
Hoje pela manhã, na aula de Psicologia em Saúde, vimos o Filme Laranja Mecânica!
A princípio não estava entendendo nada, um filme cheio de cenas de violência, humor negro e erotismo. Um tanto forte para o nome do filme e para seu início “humorístico”, porém, com um alto grau de crítica ao sistema.
Que sistema?
Sistema = Os “poderes mundiais”
Em seu contexto relata como os “poderosos” e a mídia manipulam facilmente a população.
O narrador do filme é o próprio “marginal-vítima” deste sistema. Onde ele possui uma gangue chamada de “druguies” (se não me engane), que fazem vários assaltos, estupros, assassinatos. Até que um dia o chefe (Alex – narrador do filme) é traído pelos seus companheiros e é preso.
Aí começam uma série de coisas… até que um dia o Alex é submetido à uma experiência de “recuperação de presidiários”.
Aí que o filme fica bom!
Resumindo, Alex, toma várias drogas e fica assistindo cenas de violência e ouvindo Ludwig Van Bethoven. Com isto, a cada vez que tentar fazer algo de errado, seu corpo não deixará, provocando naúseas e vômitos.
Pode parecer algo “ótimo” mas… resolve alguma coisa? não não…
Como cobaia desta experiência ele foi apresentado para a cúpula de seu país, mas em forma de tortura, onde os “poderosos” ficaram satisfeitos.
Alex, teve a sua liberdade e foi para casa. E logo se depara com mais uma situação aterrorizante, seus pais alugam seu quarto e ele é simplesmente rejeitado pela família.
Vai para as ruas, e é reconhecido por um mendigo que foi maltratado por ele, toma um surra dos “velhos”. A polícia vem e afasta eles, Alex olha para os policiais e se depara com seus antigos “amigos”. Não consegue acreditar e seus amigos o levam para um campo onde novamente é torturado.
Alex procura abrigo e chega em uma casa, onde também fez vandalismos, porém, imaginou que o dono não o reconhecesse.
O dono o tratou da melhor maneira possível, mas seu interior queria matar Alex.
Este senhor, chama a oposição, que era contrária aos atos feitos com Alex, e novamente é feito de cobaia.
Alex foi dopado e quando acordou, estava sendo tocada a 9ª sinfonia de Ludwig Van Bethoven, onde a cada vez que escutava dava vontade de se matar.
E assim o fez!
…porém, não conseguiu.
Ficou acamado!
Veio um dos representantes do governo puxando o saco de Alex, lhe dando várias alternativas e condições especiais de vida, onde Alex novamente é feito de cobaia.
E assim termina o filme.
Já coloquei uma parte do meu ponto-de-vista aguardo outros…
Abraços…




4 comments
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05/10/2007 às 11:11
plasticossj4
Em nenhum momento você citou algum tipo de sátira, então creio que foi um erro mesmo…o nome do filme não seria “Laranja Mecânica”?
Abraço
14/12/2008 às 20:59
tyler durden
me desculpe!
mas seu ponto d vista é o resumo do filme!!!!!
nossa pensei q vc tivesse uma conclusão!
ond esse filme mostra diversas filosofias!
e uma delas é; q somente depois d vc perder tudo, poderá fazer o q qiser!!!!!!!! (alex perdeu a familia,amigos tudo).
e uma das cenas memoraveis é ele transando com uma linda mulher tocando van e todos os NOBRES o aplaudindo!!!!!
ALEX DIZ: “Definitivamente, estou curado”!!!
06/02/2009 às 16:50
Luan Cardoso
Amigo, o nome Laranja Mecanica ven de uma giria inglesa que vem da espresão, Tão horrivel como uma laranja mecanica. que significa uma pessoa controlada como um robo, no caso ele e controlado pelos poderosos 3 vezes.
18/05/2009 às 9:53
Caroline Santos
Na verdade, ”Laranja Mecânica” vai muito além do que se é visto no filme. Você tem que assistir sabendo que em cada cena há o que ser análisado e não esperar a próxima cena para entender o contexto. Em um cenário futurista de 1995 (o filme em si foi produzido em 1970) Alex e sua ”guangue” são jovens de cerca de 15 anos que se drogam com alucinógenos e cometem as mais variáveis formas de ‘ultraviolência’. Em um desses atos, Alex acaba por matar a vitima do ataque, e traido por seus supostos amigos, é preso. Condenado a 14 anos de prisão, cumpre dois e é submetido a um tratamento de ‘reabilitação’.A partir daí podemos falar de Behaviorismo. Alex passa por sessões de condicionamento, onde são pareadas cenas de violencia com um mal estar orgânico (ânsia) causado por fármaco s que os médicos aplicavam nele. Alex passa a associar a violencia e suas formas de aplicação (sexo violento, p.e.)com o mal estar e não consegue mais liberar esses impulsos. Vale lembrar que a Nona Sinfonia de Bethoven (adorada por Alex)também pasa a ser associada a tal sensação de mal estar, por ter sido pareada com os estimulos condicionados. A questão a ser discutida aparece aí. O tratamento de condicionamento (leia sobre Behaviorismo, Pavlov, Watson, Skinner) fez com que Alex adquirisse aversão a aplicação de violencia, porém, não fez com que esses sentimentos fossem aniquilados de seu interior. Ele continuava um homem violento, apenas não conseguia liberar tal reação. A vontade, a impulsividade ainda estava contida dentro dele, mas toda vez que ele tentava libera-la era acometido por ânsias. Essa é a essência do filme. Nós nascemos o que somos e não podemos mudar isso? O determinismo rege nossas vidas? O ambiente não possui influências significativas em nós? A sociedade é capaz de induzir nossos comportamentos? Somos capazes de ”mudar”? E por ultimo a pergunta mais importante que fica no ar : A ultima frase do filme é de Alex dizendo estar curado. Ele se imagina transando com uma garota em meio a figuras influentes que o aplaudiam ao som da Nona Sinfonia de Bethoven. Alex então estava crado de que? Ele havia se libertado do desejo de ser violento? Ou ele havia conseguido quebrar o condicionamento feito e dessassociado violencia com os enjoos? Ou será que ele havia “”"aprendido”" a conter seus impulsos, conviver com eles e não demostra-los?