Leia esta notícia na íntegra em: BBC Brasil

Como vimos nesta entrevista, a pressão alta estará presente em um número considerável da população daqui a 20 anos, segundo a estimativa.

Os vários fatores que estão descritos nesta notícia, sabemos que é predominante e causador de várias doenças cardiovasculares.

Uma única palavra liga todos esses fatores: o estresse (stress)

Nossa vida diária é praticamente voltada para trabalho e problemas (familiares, pessoas, financeiros e etc…)

O que deve ser feito para mudar esta estimativa?

Álcool e Tabaco:

São alguns dos fatores, acredito que estes 2 ítens devem ser amplamente “atacados” não na erradicação, mas sim, em uma conscientização agressiva pelo controle no uso desses produtos. Já é feito, mas ainda pode ser feito mais.

Alimentação e atividades físicas:

A alimentação é um caso a parte, por que esta conscientização já está sendo feita e aos poucos aumentando. Nós, só vamos controlar a alimentação quando acontece o problema, no caso, a hipertensão, mas ainda assim, a maioria das pessoas acha que tomando a medicação está tudo bem “imune” a outros problemas e seguem com sua dieta desordenada.

Quanto as atividades físicas, devemos dedicar nem que seja 1h de nossas 24h, para realizar exercícios físicos. Para muitos, a primeira imagem que vem à cabeça é de ter que entrar em uma academia. Errado! Não estou sendo contra as academias, onde é o certo pois estamos sendo avaliados por profissionais competentes desta área. Porém, uma caminhada, um alongamento, uma corrida, não deixa de ser um belo exercício físico (principalmete para os sem-tempo).

Problema Gravíssimo:

Um problema que é relatado por muitos médicos e enfermeiros (o autor deste post também se deparou com a situação) é que, muitos pacientes com cardiopatias, onde realizam um tratamento diariamente sem poder haver interrupções, quando acham que estão melhores, SIMPLESMENTE, param de tomar os medicamentos. Exatamente, por incrível que pareça, isto é mais comum do que se pensa.

Esta é uma conscientização que no meu ponto de vista, deve ser imediata! Médicos, Enfermeiros e outros profissionais da área da saúde, devem atentar para este problema que é “pequeno” a curto prazo, mas complexo quando vemos este paciente em uma UTI ou até em óbito.

Me prolonguei um pouco neste assunto, pois sou um amante da cardiologia!

E o título do meu TCC, tem muito a ver com o último parágrafo.

“O Perfil dos Cardiopatas em Terapia Intensiva nos Hospitais Bageenses”

Onde quero fazer um estudo, analisando quais os fatores que levaram a ter tais cardiopatias e o mais específico, o que levou ao estado grave ou crítico de chegar a uma UTI.

Bom, novamente aberto para opiniões, sugestões, críticas e discussões.

Abraços!

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