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Estava em casa, repondo um pouco das energias e chega um amigo meu aqui, Gustavo Andrade, conversando e tal e ele mostra este texto para mim, que deixarei aqui como reflexão!

De Onde Virá o Grito? Num texto anterior introduzi o conceito de ‘Ressentimentos Passivos’. Para relembrar, lá vai um trecho:’ Você também é mais um ( ou uma) dos que preenchem seu tempo com ressentimentos passivos? Conhece gente assim? Pois é. O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. Olham o escândalo na televisão e exclamam ‘que horror’. Sabem do roubo do político e falam ‘que vergonha’ . Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam ‘que absurdo’ . Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem ‘que baixaria’. Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ‘que medo’. E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição ‘neste país’. Do ressentimento passivo à participação ativa. Pois recentemente estive em Porto Alegre, onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou. Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa. Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando. Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. Fiquei curioso. Como seria o hino? Começa a tocar e, para minha surpresa, todo mundo cantando a letra ! ‘Como a aurora precursora do farol da divindade, foi o vinte de setembro o precursor da liberdade’. Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado. Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é ‘comunidade’. Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo. Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é… Foi então que me deu um estalo. Sabe como é que os ‘ressentimentos passivos’ se transformarão em participação ativa? De onde virá o grito de ‘basta’ contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é que não será. Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem ‘liga’. Cada um por si e o todo que se dane. E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes. Penso que o grito – se vier – só poderá partir das comunidades que ainda têm essa ‘liga’. A mesma que eu vi em Porto Alegre. Algo me diz que mais uma vez os Gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo. Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles. De minha parte, eu acrescentaria, ainda : ‘… sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra…’

( Arnaldo Jabor )

Só para aviso, este ano é onde começarei (e começaremos né meus irmãos?!) o Projeto Ética e Patriotismo e este será um dos principais textos motivadores, logo colocarei mais detalhes e quem quiser poderá ajudar, quanto maior esta corrente, melhor!

Muda BRASIL!

Ética e Patriotismo JÁ!!!

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HINO RIOGRANDENSE
Letra de: Francisco Pinto da Fontoura
Música de: Joaquim José Mendanha

 

Como a aurora precursora
Do farol da divindade,
Foi o vinte de setembro
O precursor da liberdade.

Estribilho:
Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra,
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra.

 

Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo;
Povo que não tem virtude,
Acaba por ser escravo.

 

Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra,
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra.

Hoje é comemorado o Dia do Gaúcho no Rio Grande do Sul, minha querida terra natal, com inúmeros valores e costumes.

Dia este, 20 de Setembro, que simboliza o início da Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos (embora sabe-se que começou antes).

Revolução esta, que foi iniciada devido a indignação do povo que aqui morava em relação aos altos impostos cobrados em inúmeros produtos fabricados, principalmente o charque.

Foram 10 anos de luta, 10 anos da República Rio Grandense.

É considerada a maior rebelião armada do continente americano.

Nesta Revolução não houveram vencedores e nem vencidos, houve um acordo de paz que beneficiou as 2 partes.

Deixando um pouco de lado a história (veja mais, aqui), vemos que o Rio Grande do Sul é um estado onde seu povo tem orgulho e valoriza muito a sua história.

 

Repensando a história, será que não tá faltando ao povo um pouco de audácia?

Claro, sou contra a uma Revolução armada, mas a voz de um povo tem poder como diz o ditado: “A voz do Povo é a voz de Deus”. Voz esta, que mobilizou o país para serem realizadas as Diretas Já.

Será que o povo não está muito acomodado?

Como venho expressando em outros posts, esta indignação e comodismo só pioram as coisas. Se ficarmos somente criticando e de braços cruzados nada muda do lugar.

Deixo em aberto para reflexão…

Viva o Povo Gaúcho;

Viva o Rio Grande do Sul!

 

Quem sou?

Norberto de Sousa Cimirro, Enfermeiro - Santa Casa de Bagé e ESF Equipe 01 da Prefeitura Municipal de Hulha Negra

[Bagé|RS|Brasil]



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