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Para facilitar a troca de informações entre as operadoras e prestadores de serviço de saúde, a ANS, Agência Nacional de Saúde Suplementar, instituiu a TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar). Esta nova terminologia faz parte das ações criadas para o funcionamento do padrão TISS, que está unificando a linguagem, a plataforma eletrônica e as informações sobre os pacientes dos planos de saúde. Apesar dessa mudança estar sendo adotada de forma gradual, todas as operadoras de planos privados e de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde devem correr contra o tempo – até o último dia do mês de setembro – , que é o prazo final dado pela ANS para que todos tenham adaptado suas guias TISS.
Esta determinação representa uma alteração bastante significativa para o setor, em especial para instituições como Hospitais e Santas Casas, pois além delas possuírem uma tabela para cada convênio, terão que atualizar seus softwares de gestão. Por isso, é preciso que todas as instituições de saúde encontrem uma solução flexível e que atenda as exigências dentro do prazo estipulado pela ANS.
A Wareline, empresa de software hospitalar, possui um sistema extremamente eficiente e completo, que atende a todas as especificações e garante que a implementação da TUSS não seja um problema para seus clientes. Com ela, a tabela TUSS será implantada de forma rápida e em tempo hábil, para que o cliente esteja em conformidade com a ANS, além de ser também uma maneira muito mais simples para as operadoras de saúde padronizarem suas informações.
Mas, mais importante do que apenas implantar o sistema, a Wareline oferece suporte e manutenção total, garantindo um serviço de qualidade e ágil, que faz com que o cliente esteja sempre em dia com as determinações da Agência de Saúde.

Sobre a TUSS

Dia 30 de junho foi o prazo final para que todas as operadoras de planos privados de assistência à saúde adotarem a Terminologia Unificada de Saúde Suplementar, a TUSS, para a codificação de procedimentos médicos, e apresentá-la à sua rede credenciada. A medida, instituída pela ANS com o objetivo de facilitar a troca de informações entre operadoras e prestadoras de serviço de saúde, é parte do processo da TISS. Uma mudança como essa é gradual e foi estipulado um novo prazo de 90 dias (a contar a partir de 30 de junho) para todas as operadoras adaptarem suas guias TISS, codificando-as de acordo com a TUSS. Após este prazo, a operadora poderá se recusar a receber as guias TISS sem o código da TUSS.

Site da Wireline: http://www.wareline.com.br
Autora do texto: Carla Akl (Jornalista – Percepção Comunicação Integrada).

Fica a dica sobre este ótimo Sistema de Gerenciamento Hospitalar, no qual os gestores da saúde devem estar atualizados sobre as novas normas e sobre os melhores produtos no mercado, tanto para se adequar como para facilitar a dinâmica hospitalar. Com isso, o principal beneficiado pela tecnologia, são os pacientes/clientes e também o próprio hospital, pois o custo/benefício é excelente.

Post publicado no Blog Saúde e Economia, de minha autoria (22/11/08)

Em meus estágios durante a faculdade, percebi que a informatização na saúde ainda está muito aquém do ideal. E a culpa não é somente do sistema, mas sim de todos. Os profissionais são muito resistentes quanto à mudança no sistema de “papéis” (total burocracia) para o sistema digital (dinamismo).

É visto em grandes hospitais particulares esta inovação tecnológica, onde possuem até departamento de TI. Porém nos hospitais públicos infelizmente não se vê a utilização dos meios da era digital.

Principais características do sistema de informatização de hospitais públicos:

– Não existem computadores na maioria das unidades, somente em áreas necessárias como Internação e UTI.

– Existem computadores em todas ou quase todas unidades, interligados em rede mas, sem função específica. Leia-se: comunicação entre unidades, programa de gerenciamento hospitalar.

– Dificuldade dos profissionais em assimilar a inovação tecnológica (e em alguns casos resistência, pois muitos são conservadores).

Enfim, são motivos que causam indignação pois a informatização tem muito mais em acrescentar do que prejudicar. Citarei exemplos de um hospital modelo em infomatização:

– Comunicação entre unidades hospitalares, auxiliando o telefone;

– Gerenciamento Hospitalar Total: Um mesmo programa para todas unidades, facilitando em acessar as informações do paciente. Ex.: Paciente Fulano de Tal é internado no Hospital e imediatamente é transferido para a Unidade III, enquanto isso a Unidade III recebe os dados do paciente e já coloca no cadastro o quarto no qual o paciente será internado.

– Utilização do código de barras: já existem pulseiras que o paciente usa um código de internação durante todos os dias que está internado e nas internações recorrentes.

Enfim, existem várias opções de informatização hospitalar, gerando poucas gastos, no qual simplesmente é a falta de vontade impera nos administradores da saúde pública.

Aguardo comentários e outras sugestões.

Quem sou?

Norberto de Sousa Cimirro, Enfermeiro - Santa Casa de Bagé e ESF Equipe 01 da Prefeitura Municipal de Hulha Negra

[Bagé|RS|Brasil]



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